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O porquê de um convite recusado?!

Como não fazer política!?

Ontem fui contactado a propósito de uma candidatura independente à JF Freixo de Cima/Baixo, Amarante. Quem que me endereçou o convite foi o Carlos M. – candidato a presidente da Junta de Freguesia.

Após me informar do convite, apenas perguntei se o lugar na lista era uma posição eletiva ou uma posição para «encher chouriços». A resposta deste rodeou vários pontos onde foi explicando os números entre Freixo de Cima e Freixo de Baixo, dizendo da obrigatoriedade de mulheres na lista (como se eu não conhecesse a lei da paridade – a qual defendo em certa parte) para finalizar dizendo que não estaria entre as 7 pessoas da lista eletiva.

Assim sendo, de pronto o informei que apesar de ter ficado agradado por se ter lembrado de mim; não poderia aceitar o convite pois valorizo demais a política para ocupar um lugar deste tipo. A minha presença na lista não ia ter destaque e as minhas opiniões não seriam levadas em conta. Jamais faria parte de algum tipo de lista da qual não tinha sido consultado no seu conjunto de ideias pois já integrei uma lista com este tipo de posição e não acrescentou quase nada de positivo à minha vida, muito pelo contrário.

Na política, como na vida, não me sinto preparado para desempenhar papéis de corpo presente.

Quando me convidarem para algo, se quiserem que aceite, envolvam-me no projeto. Só integrarei uma lista quando esse projeto incluir as minhas ideias ou, pelo menos, que se perceba que elas serão tidas em consideração.

Como já o disse, se não pretenderem que eu faça parte da liderança no que ao pensamento dos projetos diz respeito, o melhor é não me endereçarem nenhum convite.